Foi identificado como Marlon Celso da Costa, 44 anos, o homem assassinado no interior da estação Anchieta do Trensurb, em Porto Alegre. Ele atuava como segurança de uma empresa terceirizada na Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa). Ninguém havia sido preso até o momento desta publicação.
O crime aconteceu na noite de terça-feira, na estação Anchieta, na zona Norte da Capital. Conforme a Brigada Militar, horas antes, por volta das 16h, Marlon e outros seguranças tinham retirado um homem que havia entrado sem autorização em um pavilhão da Ceasa.
O intruso teria proferido ameaças contra os funcionários. Segundo o relato de testemunhas aos PMs, ele garantiu que cometeria vingança contra os envolvidos no episódio.
Ainda de acordo com informações da BM, após o fim do turno, Marlon e os colegas saíram do trabalho e foram para a estação Anchieta esperar o trem de volta para casa. Ali, enquanto aguardava na passarela, o vigilante foi emboscado por seis agressores que, antes do ataque, teriam ordenado que os outros se afastassem dele.
Marlon ainda conseguiu desarmar um dos criminosos, que empunhava uma faca, mas foi cercado pelo restante do grupo e virou alvo de agressões. Depois, o bando embarcou em um Audi branco e fugiu na direção da avenida Sertório.
Por isso é de suma importância a extensão do porte de armas para vigilantes, especialmente fora do horário de serviço, é um tema que tem gerado debates e discussões na esfera legislativa e entre as próprias categorias profissionais. A ideia principal é que, assim como a Guarda Civil Municipal, por exemplo, os vigilantes também possam ter direito ao porte de arma para defesa pessoal, mesmo fora do ambiente de trabalho.
Atualmente existe um Projeto de Lei 2712/21, que permite que os vigilantes de empresas de segurança privada portem armas fora do ambiente de trabalho., se fosse aprovado, permitiria a extensão do porte de armas para vigilantes, fora do serviço em tese o vigilante teria que ter a posse e porte da arma, que seria utilizado para garantir sua em caso de sinistro, pergunto! Se o Vigilante Marlon estivesse armado ele poderia ter utilizado para sua legitima defesa, e poderia estar vivo e com sua família.
Att.
Farias
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